quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Actividade: "Os diferentes Natais"

           No âmbito do Projecto “Descobre o teu Universo”, foi dinamizada a actividade “Os diferentes Natais”, onde se construiu maquetas alusivas ao Natal, nomeadamente: o foguetão de Natal dos astronautas; a árvore de Natal do Sistema Solar e o Pai Natal de Galileu Galilei. Esta actividade realizou-se dentro do âmbito da Efeméride do dia de Natal, com o propósito de aumentar a criatividade científica, trazendo para as maquetas os saberes aprendidos.



      

Concurso "Quem quer ser cientista?"

No dia 15 de Dezembro realizou-se o concurso “Quem quer ser Cientista?”, no âmbito da comemoração do dia da Ciência. O concurso teve grande adesão por parte dos alunos enquanto participantes e espectadores, tendo reagido com muito entusiasmo durante a realização do mesmo. Dos alunos que participaram no concurso, saíram vencedoras as alunas: Débora, Rafaela, Joana F., Tânia do 9ºC e Ana Rita do 7ºB e o aluno Tiago do 8ºE. Receberam como prémio o Certificado de Cientista!   Este concurso teve dois objectivos: assinalar o dia da Ciência e mostrar que é possível aprender ciência brincando.

domingo, 21 de novembro de 2010

Dia da Ciência

     
Dia Nacional da Cultura Cientifíca

      O Clube/Projecto “Descobre o teu Universo”, convida todos a participar na Comemoração do Dia Nacional da Cultura Cientifica, no dia 15 de Dezembro, pelas 14h30min, no Polivalente, onde irá decorrer o Concurso “Quem quer ser cientista?”. Venham associar-se como participantes ou apenas como espectadores!



Aos vencedores será entregue o Certificado de Cientista!
Inscrevam-se na sala 24, no seguinte horário:
·        Terça-feira das 15h10 às 15h55;
·        Ou enviem por correio electrónico o vosso nome, número, ano e turma para sandiza@gmail.com;

Dia Nacional da Cultura Científica


No dia 24 de Novembro comemora-se a nível mundial o dia da Ciência. Em Portugal o Dia Nacional da Cultura Científica foi instituído também a 24 de Novembro, porque a 24 de Novembro de 1906 nasceu Rómulo de Carvalho, que foi um grande divulgador de Ciência de Portugal, até ao momento. Mesmo quando poeta, a Ciência esteve sempre presente! Eis alguns dos seus mais conhecidos poemas:

RÓMULO DE CARVALHO

ALGUNS POEMAS DE ANTÓNIO GEDEÃO

Este líquido é água.
Quando pura
é inodora, insípida e incolor.
Reduzida a vapor,
sob tensão e alta temperatura,
move os êmbolos das máquínas que, por isso,
se denominam máquinas a vapor.
É um bom dissolvente.
Embora com excepções mas de um modo geral,
dissolve tudo bem, ácidos, bases e sais.
Congela a zero graus centesimais
e ferve a 100, quando à pressão normal.
Foi neste líquido que numa noite cálida de Verão,
sob um luar gomoso e branco de camélia,
apareceu a boiar o cadáver de Ofélia
com um nenúfar na mão.


Recolhi as tuas lágrimas
na palma da minha mão,
e mal que se evaporaram
todas as aves cantaram
e em bandos esvoaçaram
em tomo da minha mão.
Em jogos de luz e cor
tuas lágrimas deixaram
os cristais do teu amor,
faces talhadas em dor
na palma da minha mão.



Meu coração é máquina de fogo,
luz de magnésio, floresta incendiado.
Combustar-se é o seu próprio desafogo.
Arde por tudo, inflama-se por nada.


O Universo é feito essencialmente de coisa nenhuma.
Intervalos, distâncias, buracos, porosidade etérea.
Espaço vazio, em suma.
O resto, é a matéria.
Daí, que este arrepio,
este chamá-lo e tê-lo, erguê-lo e defrontá-lo,
esta fresta de nada aberta no vazio,
deve ser um intervalo.


Tenho uma arma secreta
ao serviço das nações.
Não tem carga nem espoleta
mas dispara em linha recta
mais longe que os foguetões.
Não é Júpiter, nem Thor,
nem Snark ou outros que tais.
É coisa muito melhor que todo o vasto teor
dos Cabos Canaverais.
A potência destinada
às rotações da turbina
não vem da nafta queimada,
nem é de água oxigenada
nem de ergóis da furalina.
Erecta, na torre erguida,
em alerta permanente,
espera o sinal da partida.
Podia chamar-se VIDA.
Chama-se AMOR, simplesmente.
  


Lágrima de Preta
Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima para a analisar.
Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.
Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.
Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.
Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:
nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.

sábado, 13 de novembro de 2010

Feira de São Martinho

              Os alunos do projecto participaram activamente, na Feira de São Martinho, que se realizou no dia 11 de Novembro.
Cooperaram efusivamente na venda de produtos, que haviam trazido previamente, apregoaram que se tirava fotos para a posteridade, por uma módica quantia de 1€, tendo a comunidade aderido com entusiasmo levando consigo as suas fotos.